domingo, 8 de agosto de 2010

Universidades

Bohn Gass 1320 - Deputado Federal - parte 01.wmv

Bohn Gass 1320 - Deputado Federal - parte 02.wmv

sábado, 7 de agosto de 2010

Pai, amo-te

Pai é um só

Verdade seja dita: há muitas como sua mãe, mas ninguém como seu pai

Mãe é tudo igual, só muda de endereço.

Não concordo 100% com essa afirmação, mas é verdade que nós, mães, temos lá nossas semelhanças. Basta reunir uma meia-dúzia num recinto fechado para se comprovar que, quando o assunto é filho, as experiências são praticamente xerox umas das outras.

Por outro lado, quem arriscaria dizer que pai é tudo farinha do mesmo saco? Nunca foram devidamente valorizados, nunca receberam cartilhas de conduta e sempre passaram longe da santificação. Cada pai foi feito à imagem e semelhança de si mesmo.

As meninas, assim que nascem, já são tratadas como pequenas “nossas senhoras” e começam a ser catequizadas: “Mãe, um dia você vai ser uma”. E dá-lhe informação, incentivo e receitas de como se sair bem no papel. Outro dia, vi uma menina de não mais de três anos empurrando um carrinho de bebê com uma boneca dentro. Já era uma minimãe. Os meninos, ao contrário, só pensam nisso quando chega a hora, e aí acontece o que se vê: todo pai é fruto de um delicioso improviso.

Tem pai que é desligado de nascença, coloca o filho no mundo e acha que o destino pode se encarregar do resto. Ou é o oposto: completamente ansioso, assim que o bebê nasce já trata de sumir com as mesas de quinas pontiagudas e de instalar rede em todas as janelas, e vá convencê-lo de que falta um ano para a criança começar a caminhar.

Tem pai que solta dinheiro fácil. E pai que fecha a carteira com cadeado. Tem pai que está sempre em casa, e outros, nunca. Tem pai que vive rodeado de amigos e pai que não sabe o que fazer com suas horas de folga. Tem aqueles que participam de todas as reuniões do colégio e outros que não fazem ideia do nome da professora. Tem pai que é uma geleia, e uns que a gente nunca viu chorar na vida. Pai fechado, pai moleque, pai sumido, pai onipresente. Pai que nos sustenta e pai que é sustentado por nós. Que mora longe, que mora em outra casa, pai que tem outra família, e pai que não desgruda, não sai de perto jamais. Tem pai que sabe como gerenciar uma firma, contruir um prédio, consertar o motor de um carro, mas não sabe direito como ser pai, já que não foi treinado, ninguém lhe deu um manual de instruções. Ser pai é o legítimo “faça você mesmo”.

Alguns preferem não arriscar e simplesmente obedecem suas mulheres, que têm mestrado e doutorado no assunto. Mas os que educam e participam da vida dos filhos a seu modo é que perpetuam o charme desta raça fascinante e autêntica. Verdade seja dita: há muitas como sua mãe, mas ninguém é como seu pai.
                                                                                              Martha Medeiros


PAI, pode ter certeza, não existe outro como você, mas saiba que é assim, do seu jeito, que eu gosto. É assim que você me faz feliz.

FELIZ DIA DOS PAIS!!!    

Guilherme

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Voto Dilma, voto 13. Saiba alguns dos motivos.

                Em 2002, logo após a vitória do Lula nas eleições, ouvia de muitas pessoas que o Presidente não completaria o mandato, não teria condições de governar, já que não possuía estudo nem experiência administrativa. Então, passaram-se quatro anos e lá estava ele, completando seu mandato e reeleito com a maior votação da história do país. Lula não ficou quatro anos, ficará oito. Mas o seu legado, suas obras e as vitórias do povo não podem terminar em no dia 31 de dezembro deste ano, é preciso avançar ainda mais. Isso só ocorrerá com a reeleição do projeto do Governo Lula, isso será efetivado com Dilma na presidência.
                Não dá mais pra negar, como muitos tentam, que o Brasil mudou, que o nosso país cresceu positivamente. Foram criados milhares de empregos, milhares de pessoas deixaram a linha da miséria. Pessoas que jamais imaginavam ter as suas próprias casas, tiveram o direito de deixar de pagar o aluguel e morar em casas próprias. O acesso ao ensino superior teve grande avanço quanto à democratização, pois milhares de novas vagas em universidades públicas foram criadas. O governo Lula criou universidades em regiões que careciam de ensino superior público e de qualidade. Também, milhares de jovens carentes tiveram a oportunidade de ingressarem em universidades privadas através do Prouni.
                O “Luz para todos” permitiu que localidades onde ainda não havia energia elétrica, que famílias pudessem ter acesso a esse meio.  A Petrobrás além de não ser privatizada, foi remodelada e é referência no mundo, através de pesquisas, hoje temos a descoberta da camada do pré-sal. Ainda, não podemos deixar de perceber a duplicação e recuperação de rodovias federais, que antes eram entregues a empresas privadas. O bolsa família, o bolsa escola, projetos que muitos chamam de “bolsa-esmola”, garantiram a sobrevivência de milhares de crianças, pois quem critica estes projetos, certamente não sabe o que é fome.
                Agora, surge candidato como o Serra dizendo que o Brasil pode mais, mas quando estiveram na presidência, endividaram o país e governaram para a elite que estava acostumada a dominar. Também, surgem candidaturas como a da Maria e Plínio, que falam em mudanças, criticam o atual governo, mas não apresentam propostas coerentes e sólidas para os rumos do país.
Então, essas foram algumas das realizações do governo Lula, isso precisa continuar. É necessário que o Brasil continue mudando, por isso, voto Dilma. É a certeza da continuação do Brasil que Lula começou. 

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Políticos são todos iguais?

Uma das atitudes que respeito, mas não compreendo,  é quando  pessoas afirmam  que “político é tudo igual”, “entra governo e sai governo, e tudo continua na mesma”. Será? São vários os motivos que nos levam a desacreditar na política. Há inúmeros casos em que pensamos que não adianta mais votar, que nada mudará. Certo, mas alguém irá vencer, uma pessoa irá ser eleita. Aprendi com o meu avô, ainda quando eu nem sabia o que era eleição, a importância do voto, nem entendia direito, mas já via ele e meu pai com bandeiras, bottons e tentando convencer as pessoas a votarem nos candidatos defendido por eles. Jamais esquecerei do dia em que o meu vô me ensinou a importância do voto, segundo ele, muitas pessoas morreram para que tenhamos esse direito. Na época, claro que não entendi, mas essas palavras eu jamais esqueci. Hoje, entendo o que ele falava, e procuro seguir os seus conselhos.

Então, será que o governo Olívio, foi igual aos governos Rigotto e Yeda? Olívio criou o programa primeiro emprego, instalou o OP, criou a UERGS, deu condições aos trabalhadores rurais de produzirem seus alimentos, incentivando a agricultura familiar. Também, implementou um programa de segurança pública inovador, na qual visava segurança e não repressão. Houve também a valorização do magistério estadual, a implementação do plano de carreira, sem falar do fortalecimento das estatais sul-riograndenses. Já Rigotto e Yeda, representaram o pior. Sucatearam a educação pública, desmontaram  a UERGS, espancaram professores e funcionários públicos, proibiram manifestações contra o governo. Esses são alguns dos atos dos últimos dois governos que o RS teve. Isso que nem citei as fraudes e os atos de corrupção.

Por isso, é momento de refletirmos se realmente todo o político é igual, se os governos fazem as mesmas coisas, que nada muda. É necessário mudar, precisamos fazer o RS avançar, crescer, retornar a ser referência como estado que possui a melhor educação pública do país. É necessário ver o sorriso nos rostos dos professores ao irem trabalhar. Precisamos de políticas públicas para a juventude, não podemos permitir que os jovens morram vítima do tráfico, nem que tenham que mudar de estado por falta de empregos e oportunidades.

Portanto, só um candidato tem a capacidade de fazer o RS um estado melhor, com qualidade e inclusão. O nome, Tarso Genro. Político sério, honesto, foi prefeito de Porto Alegre duas vezes, ministro do Governo Lula. Tarso possui experiência no executivo, além de projetos claros e democráticos para que o nosso povo volte a sorrir e ter orgulho do nosso estado.

Segue o site  que contêm as principais propostas do plano de governo para tornar o Rio Grande do Sul, do Brasil, do 
Mundo.

Vamos de Tarso e Beto Grill. É 13


sábado, 3 de julho de 2010

Vamos lá, Brasil!



Torci muito pela seleção brasileira na copa, como sempre fiz. Desejava muito essa vitória, pois acredito que a copa do mundo é um dos poucos momentos em que unifica a maioria dos brasileiros. Não interessa ser gremista ou colorado, santista ou palmeirense, flamenguista ou fluminense. PTista ou tucano, todos vestem as mesmas cores, gritam as mesmas palavras, cantam o mesmo hino, e a cada gol da nossa seleção, as divergências acabam, e os abraços sinceros ocorrem.

Muitos dizem que copa do mundo é a reprodução da conhecida política “pão e circo”, discordo, embora acredite que há uma mercantilização do futebol, que a mídia se encarrega de transformar o esporte num produto, penso que é o momento de celebração. É em cada vitória da nossa seleção que as pessoas mais sofridas têm motivos para sorrirem. Em cada gol, os brasileiros esquecem os problemas e comemoram com alegria.

Então, fico triste com a nossa derrota ontem, digo NOSSA, não concordo que a culpa seja toda do Dunga, que seja de um ou dois jogadores, afinal, era um grupo, não um jogo individual. Houve erros? Certamente, se não, estávamos classificados. Acredito que a nossa seleção foi bem até aqui, perdeu lutando, com garra até o último momento e não fez que nem das outras vezes quando foi desclassificada, na qual saía sempre de goleada. Dessa vez, um simples 2X1. Resultado de um jogo equilibrado entre duas seleções fortes. É terrível sair às ruas e não ver sorrisos, de não escutar os gritos nos prédios e ruas, nem o som das insuportáveis vuvuzelas, mas perder – infelizmente- faz parte das disputas. 

Agora, não vamos deixar esse sentimento de patriotismo terminar. Na próxima semana, inicia a campanha eleitoral, e em três meses, estaremos elegendo os nossos representantes para os próximos quatro anos. Em eleição não há técnico, quem joga somos nós, quem erra ou acerta somos nós mesmos. Então, vamos continuar com o espírito de amor ao Brasil, vamos votar e participar de maneira consciente. Vamos lá Brasil, é o momento de continuar o trabalho certo que aprendemos nestes últimos 7 anos.